quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Mulher dominante

Tenho assistido alguns documentários, onde mostram que é cada vez maior o número de mulheres dominantes no sexo. Leia-se domínio, no sentido de Bater, chicotear, estapear, etc....

Assisti um documentário, com mulheres americanas e inglesas, onde apesar de não mostrarem seus rostos, se mostraram em ação com seus parceiros.

É interessante perceber, que quando se trata de prazer, realmente, não há limites, há apenas, o que vc gosta ou se permite.

Ainda no documentário, um dos homens, estava algemado em uma cadeira. Ela o batia na cara com cinto e chicoteava suas pernas, enquanto ele ficava cada vez mais marcado, suado e ...... excitado.

A dor, por muitas vezes, e em variada intensidade, pode e é muito prazeroza . Mas saber respeitar o limite do parceiro, é o "x" da questão.

Neste caso, acho ainda, que estamos engatinhando se observarmos que a grande maioria dos homens, por questões culturais, talvez, sejam resistentes em admitir este tipo de submissão.
Se vc (mulher), curte e está a fim, converse com seu homem de forma descompromissada, ou seja, fora da cama para não correr o risco de quebrar o clima, e pergunte como ele se sentiria se vc em algum momento da transa, desse uns tapas em seu rosto, ou bunda... ou ainda, se pisasse em suas costas com salto, etc....

Para quem curte, mas é inibido em comprar acessórios em sex shop, vale dizer, que as sex shop´s virtuais prestam um excelente trabalho nos quesitos "delivery/discrição". Vc pode comprar na comodidade de seu sofá, os ítens mais variados: Chicotes de couro/veludo/borracha...., algemas de mãos/de dedos, mordaças, correntes, pregadores, cordas, balanços, velas etc....

Para quem curte.... TUDO é válido entre 4 paredes.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Apertar seios x apertar bico dos seios

Apertar os seios da mulher, até o limite do agrado, do prazer dela, é ótimo. Nas preliminares, quando a mulher está por cima, ou em qualquer outra situação sensual, erótica, é muito bom, estimulante e a maioria das mulheres gosta.

Mas realmente, apertar, puxar, morder, bolinar o bico dos seios da mulher, é algo a ser observado, ou mesmo, perguntado, porque NÃO É TODA MULHER QUE GOSTA. Há claro, mulheres que adoram, mulheres que curtem até uma sensação mais intensa nesta região, e outras que curtem sensações realmente intensas, tipo usar pregadores de sex shop, piercing, piercing com correntinha, pingos de cêra, etc... É bacana, pq estas mulheres demonstram, e de forma clara, o que sentem e querem.

Falar é importante, mas observar a parceira ( ou o parceiro, pois tem homens que também curtem, e os que não curtem ), é primordial.

Quando a (o) parceira (o) não gosta.... É uma sensação horrível, "parece que começa a cair um balde de água fria". Pior ainda, quando a parceira ( ou o parceiro), já mencionou isso fora da cama, e a pessoa insiste. Neste caso, não é a falta de diálogo, é a teimosia, descaso, ou falta de atenção do(a) outro(a) em ter prazer sem desagradar a outra parte.

Minha opinião?
Se vc demonstra, ou fala, por mais de 2 vezes, e não resolve. STOP! Pare a transa na hora ( caso realmente o tesão tenha acabado ou esfriado) e fale com sinceridade sobre a causa.

Bjs a todos, Sra. "A"

domingo, 19 de julho de 2009

Música e Sexo !


A música te influencia na cama?


Você faz um jantar super caprichado, luz de velas, essências, taças, vinho e deixa o som preparado para tocar MPB na hora "H". Não dá tempo de vc ligar, e quando já está revirando os olhos curtindo as preliminares, ao invés de Adriana Calcanhoto, ele programou para tocar o funk : " Rebola e quica.... rebola e quica... rebola e quica "


Você sai do trabalho, e está no trânsito escutando pancadão de funk e pensa: - Hoje, vou pedir para ela dar palinha de "cachorra". Chega em casa, e vê uma mesa romântica e a trilha sonora do ambiente, é a coletânea do Roberto Carlos.


E ai???
Sra. "A"


Preocupações com saúde ou dinheiro, tiram o tesão !?


O pai do cara morreu, e 2 dias depois, ele quer transar com a mulher....


Trabalho exaustivo e sob pressão, o mês continua, mas a grana acabou e tensa ( o) porque uma auditoria prevê demissão de 50% do efetivo....


Familiar internado com risco de morte, mas ela quer transar com o marido....


etc..etc..etc...


Situações como as citadas acima, têm reações diferentes de pessoa para pessoa.

Em algumas, em nada afeta, ao contrário, parece ser, friamente falando, um "alívio".


Na grande maioria dos casos, principalmente a crise financeira, acaba sendo um fator altamente desestimulante, muitas vezes em função do casal não saber administrar a situação, o que gera um desgaste emocional, e aí........... o sexo esfria.


É complicado também, quando 1 está abalado e não quer saber de "cama", e o outro, está indiferente ou alheio ao que se passa com o (a) companheiro (a).


Diálogo é fundamental.

Mas paciência também, já que nem sempre, ambos estão dispostos a levar o diálogo à sério.


p.s: "P", obrigado pelo e-mail. Ratifico a questão do diálogo. Mulher não é objeto ( e homem também não). Cama pode ser apenas sexo, mas geralmente, numa relação estável, é sentimento também, então... faça-o perceber isso. bjs


Sra. "A"

Resultado da Enquete: Comentando!

Olá pessoal, trabalho e questões particulares têm diminuído meu tempo para postar, mas ainda persisto para manter o blog atualizado rs.

Comentando o resultado da enquete: FILME PORNÔ USANDO MÁSCARA
a) Sim, eu faria ( 2% )
b) Não, eu não faria por que alguém me reconheceria ( 58%)
c) Sim, usando máscara ou sem máscara ( 1% )
d) Não faria (39% )

A Negativa de 58%, a meu ver, diz que estas pessoas têm vontade de fazer, APENAS, não o fariam, em função da sociedade ( familiares, principalmente ), sendo então na verdade, um total de 61% de pessoas aventureiras, curiosas, ou qualquer outro nome que queiram utilizar, para afimar apenas que na verdade, gostariam sim, de participar de um filme pornô.

Resultado interessante.

Logo postarei nova enquete.
Aguardem e obrigado pela participação.
Sra. "A"

terça-feira, 16 de junho de 2009

Professora Suspensa por falar de sexo

Professora portuguesa, é suspensa por falar de sexo com alunos em sala de aula.



Eu acho importante que o assunto seja abordado com adolescentes. Mas acho também, que em reunião com os pais, isso precisa ser debatido, explicada a maneira dessa abordagem.



É preciso observar, que os pais precisam também, muitas vezes desta orientação ou abordagem. Tem mulheres de meia idade, que nunca colocaram camisinha em seus maridos, que têm corrimento e outras doenças de fácil tratamento com pomadas e antibióticos, mas que não sabem o que significa DST.



Apesar de concordar com a orientação, a boa orientação, é fato que se a família é resistente, até que ponto a escola, o professor ou órgão competentes podem impor ? E se não impor, até onde esta falta de informação ou de boa informação, pode incorrer em problema de saúde pública ( como gravidez precoce, AIDS, etc..) ?



Segue vídeo com gravação de áudio da referida aula.

OBS: PARA OUVIR O VÍDEO, APERTE O STOP NO PLAYER DO BLOG, NO RODAPÉ DA PÁGINA.
http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Foi-suspensa-a-professora-que-falou-de-sexo-na-sala-de-aula.rtp&headline=20&visual=9&tm=8&article=220851

Sexo no Trabalho


Transar na copa, na mesa de trabalho, na mesa do chefe, no banheiro masculino, etc... é mais comum do que se pensa. Há quem diga, que nunca nem pensou nisso, há quem diga que sempre pensou, mas nunca teve coragem e há também quem diga, que já pensou, mas é apenas um fetiche.
Bem, a grande verdade, é que transar no local de trabalho, é muito mais comum do que se pensa. Se isto interfere ou não na conduta profissional, vai de cada um, mas o fato é que este tipo de situação está mais frequente. Citando uma das situações que já ouvi, lembro de conversar com uma conhecida na porta da escola, quando ela comentou comigo e outras mães, que havia dado "galho" no seu trabalho do final de semana. Uma "Fritadeira" e um "Garçon", ambos de trabalho freelance, foram pegos por um convidado transando no depósito de bebidas da casa de festa.
Sexo é bom em qualquer lugar.....mas; Vale o risco ( perder o emprego)? ou justamente o risco, é o diferencial ( é o que impulsiona)?
Fica a pergunta!