domingo, 28 de agosto de 2011
Ele só quer o burrão!
kkkkkkkkk, desculpe, tive que rir. Lindona, Brasileiro adora bunda, é fato. Se a sua está valorizada, seja feliz rss. Falando sério, não acho que isso seja um problema se a transa for criativa. Mas como eu sempre digo: FALE! Diga a verdade, que gosta de sexo anal, mas que ele é complemento, que vc não goza só com sexo anal. Isso vai resolver. Se não..... pergunte a ele o porquê da mudança.
bjkas
A cunhada faleceu e esposa não transa mais!
".... Fazem 15 dias que minha cunhada faleceu e de lá pra cá, minha mulher não tem mais relações comigo. Até a missa de 7º dia, eu compreendi e achei normal, mas até agora, nada. Se forço, sou insensível..."
Meu caro, vamos entender ambas as partes ok. É claro que se a ligação entre elas era muito forte, ela deve estar bem abalada, e como cada um reage de uma forma, é normal que ela leve um tempo. Também é normal que vc continue com desejo. Mas acho que o lance não é por aí. Faça com que a vida dela volte ao normal aos poucos, leve-a ao shopping, deixe que ela compre o que gosta, saia para jantar, vá ao teatro assistir uma comédia, cinema, barzinho com música ambiente, aí sim, ao chegar em casa, seja natural ao procurá-la. Dica: Ao chegar de uma noite dessas, quando ela for tomar banho, vá com ela e seja natural, mas carinhoso. As preliminares podem começar dai. obs: Cuidado para não ir a locais que ela frequentava com a irmã, pq aí o resultado pode ser inverso. Paciência e boa sorte.
Estou transando com um "mudinho"
Hum, acho que a maioria das mulheres já tiveram algum mudinho em suas vidas. É complicado mesmo de encarar, mas não acho tão complicado de resolver. Quando vc diz "não sei mais o que fazer" , na verdade não entendi o que foi feito. No meu entender, a atitude certa é falar. - Fulano nossa cama é ótima, mas sinto falta de uma coisinha: você falando comigo, você gemendo, me xingando, dizendo que vai gozar, que me ama, que vai me bater rss...... enfim, fale com ele, diga queé um fetiche que te deixa louca, que faz vc gozar mais rápido. Todo homem quer ser considerado o máximo na cama; se vc mostra como ele pode melhorar, se não for um ogro absoluto, ele vai te atender.
Bjks
sábado, 23 de abril de 2011
HIV e sexo oral / Minha mãe não sabe

Genteim, este post é para responder a 2 emails.
Yes, yes, yes!!!!!!!!!!!! É possível contrair HIV ou outras DST's com sexo oral. Isso de "tirar antes de gozar" é a maior furada do século ( sem trocadilho). Já comentei aqui, antes de ejacular, também há uma secreção (feminina e masculina) que é suficiente para transmitir doenças.
A mãe fazer um escândalo por descobrir que vc não é mais virgem pode ser bem desagradável, é fato, porém, mais desagradável é vc esconder e ela ficar sabendo por terceiros ou descobrir seu corrimento,ou ainda, na mistura de roupas, ela própria se contaminar, e aí vc já pensou no caos que irá criar em sua casa? O escândalo que sua mãe vai fazer é por zelo, por pensar que vc ainda é nova para isso, que não encontrou a pessoa certa, ou mesmo que pode engravidar antes da "hora". Entenda que isto é uma reação natural de mãe, estão seja corajosa, e principalmente humilde e sincera ao falar, demonstre maturidade e confiança. Peça orientação e admita que deveria ter conversado antes. Agindo assim, o escândalo será menor e a aceitação mais rápida. Dias depois, diga que precisa ir ao médico para se cuidar direito e lá, também seja sincera com ele.
Bjs, Sra. "A".
Acho que gosto de Mulher
" Oi, td bem né? Sou de BH, tenho 26 anos e estou noiva. Gosto do meu noivo de verdade mesmo, só que de 1 ano p cá estou sentindo atração por mulheres. A bem da verdade, tenho tesao, por mulher, mas nao me vejo em um relacionamento com uma. Entrei em um site de procura por mulhers e já recebi contatos, mas nao sei como agir. ...."
Olá "C", td bem sim. Ta aí, seu e-mail me fez passear por sites de busca em relacionamentos para entender mais como funcionam. Na verdade, pelo que vi, muitos são como classificados. Oque no meu entender, requer um pouco mais de cuidados com segurança ok Fofa?
Vamos lá! Seu email foi bem grande , mas esta parte que colei já me diz que vc apesar de amar seu noivo, não está em dúvidas de que quer curtir esta experiência.
Bem, eu acho válida toda forma de amar, mas penso também que tudo deve ser feito com muita consciência e respeito, não só com a outra pessoa, mas com vc própria. Ou seja, vai manter seu noivado e satisfazer seus desejos com outra pessoa.
Eu iria sim , mas para me conhecer e saber se sou bi, lés ou hétero curiosa. Se for fogo de palha, será apenas uma experiência, mas se a partir daí vc constatar que realmente gosta, pense em terminar com seu noivo ok. Caso contrário, no futuro serão 2 pessoas frustradas, e ele em desvantagem por não saber o que se passa.
Com relação a como agir (para um encontro é isto?), eu iria em boates GLBT, pq são ambientes mais seguros, descontraídos, onde vc poderá fazer amizades e daí sim, como em qualquer outro local, se rolar química com alguém vc não vai se sentir tão tensa como num anúncio às escuras.
Bjkas, Sra. "A"
domingo, 20 de junho de 2010
Grandes Lábios
percebo que um lado da minha vagina ,a parte que eles chamão de grandes labios e uma maior que o outro sera q isso e normal?
ou preciso preucurar um médico?
sera q e preciso fazer cirugia ou plastica alguma coisa assim?
abrigado "
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Sex Shop "de pobre"
Oi pessoal. Na semana passada, me deparei com um questionamento sobre produtos alternativos ( financeiramente falando) para ítens de sex shop.sexta-feira, 14 de maio de 2010
Infidelidade é biológica
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Rave do Sexo
Reportagem Marcela Varasquim, do Jornal Comunicação (UFPR)
Por fora impressiona. A casa de swing Liberty não tem nada capaz de identificá-la. Nem faixa, nem foto, nem nome. Apenas um letreiro grande com a inscrição do número: 128. Uma parede alta e uma porta também alta, com entrada apenas para carros, me amedrontaram à primeira vista. Talvez as adjacências não saibam que ali, ao lado de suas moradias, o sexo não é um ato pecaminoso; é libertação.
É a primeira vez que acontece, no Brasil, uma Rave do Sexo. E era atrás daquele muro aparentemente intransponível que se concretizaria este momento histórico, no dia 7 de maio, sexta-feira. Na frente não havia ninguém. Esperava ao menos uma fila, como em qualquer balada. Mas, no auge de minha ingenuidade, havia esquecido que o evento não seria uma balada. Seria uma festa cujo sigilo e discrição me fizeram dar um passo para trás na minha ousadia jornalística de entrar e entrevistar quem estivesse à frente.
Hesitei várias vezes na tentativa de não permitir que esta reportagem terminasse ali, na obscuridade daquela cena pouco iluminada e enigmática. Até que chegou um carro, talvez o primeiro a adentrar aquela escuridão. O portão se abriu e meus olhos também. Não pude enxergar muito, apenas uma luz verde a iluminar um pequeno canto do local. O carro entrou e, rapidamente, o grande portão se fechou, formando novamente a fotografia que tanto me instigava.
Do lado de dentro do portão
Enquanto carros entravam e o portão abria e fechava repetidas vezes, eu ficava ali, do outro lado da rua, imóvel e receosa. Observava com detalhes aquela rua esburacada e sem qualquer iluminação do bairro Parolin, em Curitiba. Depois de muitas voltas na quadra para decidir o que faria, fechei os olhos e entrei, num ímpeto de coragem e de amor à profissão.
Na recepção, senti pudor e adrenalina. O organizador do evento Nando, como gosta de ser chamado, vestia uma camiseta com a inscrição “Faça sexo com segurança”. Aquilo me fez rejeitar as possibilidades de que na festa o sexo seria tão livre a ponto de as DSTs terem presença permitida, quase que obrigatória. Fiquei calma, em consideração a quem se entregasse à orgia naquela noite. Mas quando Nando virou, vi que atrás de sua camiseta estava escrito “Segurança”. O que antes me parecia um apelo para que se usasse camisinha, a partir daquele momento me dei conta de que nada mais era que uma gozação, ou um chamariz para que fizessem sexo com ele. E minha calma já não era mais tão evidente assim.
A Rave do Sexo
Sem necessidade alguma de comprovar minha maioridade, entrei. Após atravessar um pequeno corredor escuro, a primeira imagem com a qual me deparei na Rave do Sexo foi a de uma televisão exibindo um vídeo pornográfico e uma cama à frente. Aquele andar era todo assim: várias camas, sofás e quartos que permitiam total visão para quem estivesse no corredor, pois, ao invés de parede, havia vidro. Ali tudo propiciava o sexo. A escuridão extrema quase que passava a mensagem de que, não importa com quem seja, transe. Em frente à naturalidade com a qual a Rave expunha o sexo, foi ali que me despi, não de roupa, mas de qualquer moralismo que pudesse haver dentro de mim.
Vários degraus separavam o primeiro do segundo andar. Mas a distância física não necessariamente representou uma divisão de temas. Embaixo, tudo era sexo. Em cima também. Ao invés de uma banda tocando, de um DJ ou de um DVD de algum artista do momento, um vídeo pornográfico exibido num telão de grandes proporções. Ao invés de jovens dançando ao ritmo do eletrônico, muitas pessoas, das mais variadas idades, bebiam, se tocavam e se despiam em volta do pole dance. Em duplas, trios ou quartetos, todos se divertiam à sua maneira. Algumas mulheres usavam saias ou vestidos curtíssimos, que ressaltavam o bumbum e delineavam todo o corpo. Nada muito diferente do que existe em bares e baladas comuns.
Embora a sexualidade fosse o motivo de se estar ali, ela não era abordada com risadas - como fazem as crianças quando frequentam as primeiras aulas de educação sexual -, nem com olhares preconceituosos, depreciativos ou curiosos. O sexo ali era tratado como algo que ele realmente é: natural do ser humano. A sociedade, através de suas instituições, de seus moralismos e de suas crenças arraigadas em um conceito negativo de sexualidade, condena qualquer evento que propicie o sexo, mesmo tendo este ato tão presente em suas vidas. Porém foi ali, na Rave do Sexo, que minhas especulações se concretizaram, e tive a indubitável certeza do quanto a sociedade é um verdadeiro antro de hipocrisia.
Os frequentadores
No andar de cima, a presença de casais era bastante superior à presença de solteiros. A quase ausência de conversas e de beijos entre os pares me levou à suposição de quem fossem homens com acompanhantes. Mas certamente também havia muitos daqueles casais que estavam ali à procura de outros para trocar de pares entre si, apenas por uma noite. Alguns casais ficavam sentados nas poltronas em frente às mesas, outros dançavam de maneira apelativa, simulando movimentos sexuais. O restante do público se dividia entre a pista e o bar, cujas bebidas, aliás, eram caríssimas (uma lata de cerveja custava R$ 7).
Em um momento, um quarteto iniciou o bacanal em meio à pista. Depois, desceram as escadas para continuar o ato no andar de baixo, dedicado a isso. Todos usavam a pista para se conhecer, no caso dos solteiros, ou para dar início ao que logo depois continuariam em uma das camas, cadeiras eróticas, sofás ou cabines de sexo oral que existiam no primeiro andar.
Para fomentar a entrada feminina, mulheres não pagavam, tinham o benefício do Open Bar por duas horas, brindes de sex shop e, se fossem em grupo de cinco, ganhavam uma garrafa de champanhe. Mesmo com todo o incentivo, a presença masculina ainda parecia predominar, apesar de o preço do ingresso ser R$ 120 no local. Os casais, bastante presentes na Rave, pagavam R$ 50 no local.
Sexo sem neuras
Condeno absolutamente a falta da exigência da carteira de identidade na entrada, a ausência de política de prevenção (embora houvesse camisinhas espalhadas pelo chão do primeiro andar, o que testemunha a prevenção de alguns) e o uso de drogas em festas rave. Sou favorável ao sexo sem neuras, que diminui a incidência de problemas sexuais e psicológicos da parcela conservadora da sociedade.
Na primeira Rave liberal do Brasil, não era apenas a prática de sexo que era livre. Havia também a liberdade de escolha. Lá não se era julgado pelos atos, pelos pensamentos e ideias. Por mais divergentes que fossem as idades, as personalidades e credos dos frequentadores, todos eram iguais na prática do sexo. Ao contrário do restante da sociedade, o público da Rave admite que o sexo é um ato comum, que, independente da posição social, profissional ou familiar, todos fazem de maneira igual. Não havia olhares repressores, não havia a cultura de que sexo é um hábito ruim e de baixo calão. A Rave do Sexo foi o local mais sincero que já fui. Apenas não achei bem feita a escolha do slogan “Uma rave que você nunca viu igual”. Lá eles transam, se divertem, dançam, cantam, conversam e saem à procura de um par ideal. E você, o que faz aos finais de semana?
A Rave do Sexo foi uma festa liberal muito semelhante a outros eventos de mesma proporção que preconizam o sexo livre, o que traz a suposição de que o termo “Rave” tenha sido uma jogada de marketing para atrair público. Portanto, a Rave do Sexo não é a primeira nem a única festa a estimular o sexo como forma de libertinagem. No Japão, todos os anos também ocorre uma festa de cunho sexual. ChamadaKanamara Matsuri, ela acontece toda primavera e homenageia a fertilidade do pênis, que, segundo os participantes, confere proteção à família.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Adoção! Reconhecimento!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Sexo bom x Sexo com amor
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Vale a pena dar a bunda para salvar relação?

"...já imagino você lendo meu relato e, logo em seguida, gargalhando até faltar ar. Infelizmente minha vida nos últimos tempos virou um grande motivo de chacota por parte de familiares, amigos e até gente que não me conhece. Desde a época da faculdade meu apelido era Kibe, por razões que agora não importam. Estudei artes plásticas na USP convivendo com um pessoal mais alternativo. Foi numa dessas que conheci e namorei uma menina que acabou com a minha vida. Ela veio com a idéia de usar um strap on, ou a famosa cinta-pica. Achei que era prafrentex demais e resolvi desconversar. O relacionamento entrou em crise e dar o cu para salvar o namoro me pareceu uma boa opção. Prefiro não dar muitos detalhes da transa, mas só te digo que foi meio desconfortável. Mas, pior ainda, foi ela me dando um pé na bunda dias depois!!!!
Fiquei mal, deprimido, arrasado. Você deve saber o quanto dói um fora de alguém que você ama. Imagine isso elevado a potência de ter topado dar para sua ex. Precisava de um apoio e resolvi ligar para meu melhor e contar a história, pedindo sigilo. Resultado: a partir desse dia ganhei um novo apelido. KLB - Kibe Levou Borracha. Urso, o que eu faço para reverter isso? Estou realmente desesperado e não sei mais o que fazer. Sinto que preciso de uma nova vida."
Ok, respirando fundo agora, vou tentar responder com seriedade... Estou tentando... Mais uma vez... Porra! Não tem como! É bizarro demais um sujeito resolver dar o cu tentando salvar o relacionamento, isso mexe com a minha capacidade argumentativa..........
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Consolo (respondendo)
" Sra A, eu finalmente comprei um consolo pra mim tem uns 2meses, mas só na semana passada consegui usar. Estava com medo, mas tinha uma vontade enorme de fazer sexo anal e quis tentar primeiro com o consolo. Foi maravilhosa a sensação, mas acabei perdendo o consolo dentro de mim. Fiquei desesperada por quase meia hora e depois de muito custo e trabalho, consegui retirar. Ainda não me sinto segura para fazer sexo anal, mas quero tentar novamente. Vc poderia me dar alguma técnica para usar consolo?Vizinho-Chefe (respondendo)
" Depois de algum tempo sem trabalho, currículo aqui, pedidos ali. Um vizinho do bloco em frente conseguiu um emprego na firma do cunhado, onde ele fornece matéria prima. Na verdade, não sei desde de quando, mas há um pouco mais de 1 mês percebi que ele ficava observando eu e meu marido transando. Fingi que não percebi, mas gostei e passei a não fechar mais a cortina. A situação, é que ele quase não aparecia na firma, e agora vai quase todos os dias, às vezes me oferece carona, já o vi de pau duro, mas não fez nenhum gesto e também não me cantou. Não sei o que fazer."O primo e o namorado ( respondendo )
"......tenho 18 anos e sou virgem........ eu tenho um primo super gostoso que foi minha paixão de infância, ele sempre fica me provocando, já demos alguns beijos e pegas, mas consegui segurar. Só que tenho um namorado fofo, não é tão sarado e tem uma barriguinha, mas estamos juntos a 1 ano e sei que ele merece. Já está na hora hehehe, quero dar, mas não sei para qual."Plástica vaginal ( respondendo )
"Olá, como vai? Eu tenho um filho de 3 anos, que nasceu de parto normal. Alguns meses depois do parto, comecei a perceber que minha vagina estava mais larga. Meu marido é muito carinhoso acho que jamais reclamaria, mas sei que preciso fazer perine. Se eu fizer, melhora o prazer dele e meu?"Mau cheiro (respondendo)
" Ai me ajude. Não aguento o cheiro da minha vagina. Me lavo pela manhã, uso sabonete íntimo à noite e nada. Toda vez que vou ao banheiro, sinto aquele cheirinho enjoado. Não tenho corrimento, então o que faço ?? "Ela & Ela (respondendo)


